Documentos de EQR-RETROFIT-FII

Dados anuais de junho de 2026

Eqr Retrofit FII

Versão 1Entregue em 21/08/2026Atual

Dados como entregues pelo fundo, com valores arredondados para leitura. O XML preserva a precisão original.

Dados gerais

Nome do fundo
EQR RETROFIT FII
CNPJ do fundo
63.279.539/0001-41
Data de funcionamento
05/01/2025
Público alvo (investidores em geral, investidor qualificado ou profissional)
Investidor Qualificado
Código ISIN
BR0Q2YCTF007
Quantidade de cotas emitidas
3.122,83073844
Fundo exclusivo
Não
Cotistas possuem vínculo familiar ou societário familiar
Não

Classificação de autorregulação

Classificação
Multiestratégia
Subclassificação
Não possui subclassificação
Tipo de gestão
Ativa
Segmento de atuação
Multicategoria
Prazo de duração
Indeterminado
Encerramento do exercício social
30/06

Mercado de negociação das cotas

Bolsa
Não
MBO
Não
MB não organizado
Sim

Entidade administradora de mercado organizado

BM&FBovespa
Não
Cetip
Não
Nome do administrador
PLANNER CORRETORA DE VALORES S.A.
CNPJ do administrador
00.806.535/0001-54
Logradouro
Avenida Brigadeiro Faria Lima
Número do endereço
3900
Complemento do endereço
10º andar
Bairro
Itaim Bibi
Cidade
São Paulo
Estado
SP
CEP
04538-132
Telefone 1
(11) 2172-2667
Telefone 2
0800 179 444
Telefone 3
(11) 2172-2600
Site
www.planner.com.br
E-mail
inforegulatorio@planner.com.br
Competência
2026-06-30

Dados do exercício

Critérios utilizados na referida avaliação
Não possui informação apresentada

Prestadores de serviços

Gestor

Gestor
SMARTSAVE GESTORA DE RECURSOS S.A.
CNPJ
31.887.727/0001-66
Endereço
Av. Brigadeiro Faria Lima, nº 3.900
Telefone
(11) 5509-8700

Custodiante

Custodiante
PLANNER CORRETORA DE VALORES S.A.
CNPJ
00.806.535/0001-54
Endereço
Rua Pasteur 463 Conj 1401 Cond Cd Ed Centro Empresa
Telefone
(41) 99965-8573

Auditor independente

Auditor independente
CONFIANCE AUDITORES INDEPENDENTES
CNPJ
05.452.311/0001-05
Endereço
Avenida Marq de Sao Vicente, n° 182, Andar 2 Conj 23 - Varzea da Barra Funda - São Paulo/SP, 01139-000
Telefone
(11) 2154-7795

Investimentos do FII

Descrição dos negócios realizados no período

Relação dos ativos adquiridos no período (5)

Ativo
Condomínio Enseada do Castelo
Objetivos
Denvolvimento para venda.
Montantes investidos
R$ 100.000,00
Origem dos recursos
Aplicação dos Cotistas.
Ativo
Benfeitoria Condomínio Enseada do Castelo
Objetivos
Denvolvimento para venda.
Montantes investidos
R$ 180.000,00
Origem dos recursos
Aplicação dos Cotistas.
Ativo
Benfeitoria Condomínio Enseada do Castelo
Objetivos
Denvolvimento para venda.
Montantes investidos
R$ 23.292,77
Origem dos recursos
Aplicação dos Cotistas.
Ativo
Benfeitoria Condomínio Enseada do Castelo
Objetivos
Denvolvimento para venda.
Montantes investidos
R$ 28.568,23
Origem dos recursos
Aplicação dos Cotistas.
Ativo
Benfeitoria Condomínio Enseada do Castelo
Objetivos
Denvolvimento para venda.
Montantes investidos
R$ 15.811,56
Origem dos recursos
Aplicação dos Cotistas.

Análise do administrador sobre

Resultado do fundo no exercício findo
No exercicio encerrado em 30 de junho de 2026 o Fundo apresentou um Resultado negativo de R$ 193.356,54.
Conjuntura econômica do segmento do mercado imobiliário de atuação relativo ao período findo
Entre julho de 2025 e junho de 2026, o mercado imobiliário brasileiro apresentou resiliência, mas em um ambiente de juros elevados e crédito mais restritivo. A Selic permaneceu em 15% ao ano durante boa parte do período e só começou a recuar em 2026, encerrando junho em 14,25%. Esse cenário limitou o financiamento e contribuiu para uma desaceleração da valorização dos imóveis. No mercado residencial, os preços continuaram subindo, porém em ritmo moderado. No primeiro semestre de 2026, o FipeZAP acumulou alta de aproximadamente 2,4%, abaixo da inflação do período. Em 12 meses, a valorização permanecia próxima de 5,6%, mostrando perda de força em relação a 2025. O comportamento foi desigual entre as cidades, com algumas capitais apresentando valorização significativamente superior à média nacional. O mercado de locação apresentou desempenho mais robusto. Os aluguéis residenciais acumularam alta de 5,24% no primeiro semestre de 2026, superando a inflação. A dificuldade de acesso à compra financiada manteve parte da demanda direcionada para a locação, sustentando os preços. O crédito imobiliário também mostrou resistência, apesar do custo elevado do dinheiro. O segmento popular, impulsionado pelo Minha Casa, Minha Vida e pelos recursos do FGTS, permaneceu como importante sustentação da atividade, enquanto o mercado de médio e alto padrão sofreu maior influência dos juros. Na construção civil, os custos continuaram pressionando as incorporadoras, embora em ritmo menos intenso que no período anterior. A combinação de custos elevados, crédito caro e demanda mais seletiva exigiu maior cautela nos lançamentos e na formação de preços. No mercado de capitais, os fundos imobiliários apresentaram recuperação ao longo do período, beneficiados pela expectativa de redução dos juros, embora ainda enfrentassem a forte concorrência da renda fixa. Em síntese, entre julho de 2025 e junho de 2026, o setor imobiliário brasileiro permaneceu resiliente, mas perdeu ritmo. Os preços de venda avançaram moderadamente, os aluguéis tiveram desempenho mais forte e o crédito continuou sustentando o mercado, especialmente no segmento popular. O início da redução da Selic trouxe uma perspectiva mais favorável para o segundo semestre de 2026, mas a recuperação do mercado dependeria da continuidade da queda dos juros e da melhora das condições de financiamento.
Perspectiva para o período seguinte com base na composição da carteira
Para o período entre julho de 2026 e junho de 2027, a perspectiva para o mercado imobiliário brasileiro é de continuidade do crescimento, porém em ritmo moderado e com diferenças importantes entre os segmentos. O principal fator de influência será a trajetória dos juros. As projeções do mercado indicam Selic em torno de 13,75% ao final de 2026 e 12% ao final de 2027, sugerindo uma redução gradual do custo do dinheiro, mas ainda distante de um cenário de crédito barato. Nesse ambiente, os preços dos imóveis residenciais tendem a continuar avançando, mas sem uma valorização generalizada e muito acima da inflação. A oferta restrita em determinadas regiões, o crescimento dos custos de construção e a demanda estrutural por moradia devem contribuir para sustentar os preços. Já o mercado de locação deve permanecer relativamente aquecido, beneficiado pela dificuldade de parte das famílias em acessar o financiamento imobiliário. O crédito deverá continuar sendo um dos principais motores do setor, especialmente por meio do Minha Casa, Minha Vida e dos recursos do FGTS. Para as famílias de renda média e alta, entretanto, o financiamento continuará mais caro, exigindo maior capacidade de entrada e comprometimento de renda. A transição para um novo modelo de funding imobiliário, com maior participação de instrumentos do mercado de capitais, também será um dos acontecimentos relevantes do período, embora possa manter o custo do crédito pressionado enquanto os juros permanecerem elevados. Na construção civil, a expectativa é de continuidade dos lançamentos, mas com maior seletividade por parte das incorporadoras. Custos de mão de obra, materiais, terrenos e financiamento continuarão pressionando as margens, favorecendo empresas com maior eficiência operacional e acesso a capital. O segmento econômico tende a apresentar desempenho mais consistente, enquanto os empreendimentos voltados à classe média poderão sentir mais diretamente os efeitos do crédito caro. Os fundos imobiliários também poderão se beneficiar gradualmente da queda dos juros. A redução da Selic tende a diminuir a vantagem relativa da renda fixa e aumentar a atratividade dos FIIs, especialmente daqueles com ativos de qualidade e capacidade de geração recorrente de renda. Ainda assim, a recuperação deverá ocorrer de forma seletiva e dependerá da velocidade dos cortes de juros e da percepção de risco fiscal. Em síntese, entre julho de 2026 e junho de 2027, espera-se um mercado imobiliário resiliente, porém seletivo. A queda gradual dos juros poderá melhorar as condições de financiamento e favorecer os FIIs, enquanto o Minha Casa, Minha Vida e o FGTS continuarão sustentando boa parte da demanda. Por outro lado, juros ainda elevados, inflação acima da meta e incertezas fiscais deverão impedir uma expansão mais acelerada. O cenário mais provável é de crescimento moderado, aluguéis firmes, valorização imobiliária controlada e recuperação gradual do crédito e dos investimentos imobiliários.

Valor contábil dos ativos imobiliários do FII

Ativo (5)

Ativo
Condomínio Enseada do Castelo
Valor justo, nos termos da ICVM 516
SIM
Valor
R$ 100.000,00
Percentual de valorização/desvalorização apurado no período
0%
Ativo
Benfeitoria Condomínio Enseada do Castelo
Valor justo, nos termos da ICVM 516
SIM
Valor
R$ 180.000,00
Percentual de valorização/desvalorização apurado no período
0%
Ativo
Benfeitoria Condomínio Enseada do Castelo
Valor justo, nos termos da ICVM 516
SIM
Valor
R$ 23.292,77
Percentual de valorização/desvalorização apurado no período
0%
Ativo
Benfeitoria Condomínio Enseada do Castelo
Valor justo, nos termos da ICVM 516
SIM
Valor
R$ 28.568,23
Percentual de valorização/desvalorização apurado no período
0%
Ativo
Benfeitoria Condomínio Enseada do Castelo
Valor justo, nos termos da ICVM 516
SIM
Valor
R$ 15.811,56
Percentual de valorização/desvalorização apurado no período
0%

Assembleia geral

Endereço físico em que os documentos da assembleia geral ficam à disposição dos cotistas
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3900, 10º andar - Itaim Bibi - São Paulo CEP: 045381-32
Endereço eletrônico em que os documentos da assembleia geral ficam à disposição dos cotistas
FundosNet: fnet.bmfbovespa.com.br/fnet/login;
Meios de comunicação disponibilizados aos cotistas
Os canais para a comunicação entre a Adminsitradora e os Cotistas são atráves dos Telefones: (11) 2172-2600 ou através do Canal Planner: 0800 0000 129
Regras e procedimentos de participação dos cotistas em assembleias gerais
i). Somente poderão votar na Assembleia Geral os Cotistas inscritos no registro de cotistas na data da convocação ou na data de envio de processo de consulta, seus representantes legais ou procuradores legalmente constituídos há menos de 1 (um) ano. ii). A Assembleia Geral de Cotistas será instalada com a presença de pelo menos 1 (um) Cotista, sendo que as deliberações poderão ser realizadas mediante processo de consulta formal, sem a necessidade de reunião presencial de Cotistas, por meio de correspondência escrita ou eletrônica (e-mail) à ser realizado pelo Administrador junto a cada Cotista do Fundo, desde que observadas as formalidades previstas nos artigos 19, 19-A e 41, inciso I, da ICVM 472. Da consulta deverão constar todos os elementos informativos necessários ao exercício do direito de voto. Cada Cota corresponderá ao direito de 1 (um) voto na Assembleia Geral de Cotistas.
Práticas para a realização de assembleia por meio eletrônico
Nos casos excepcionais, a Assembleia poderá ser realizada por videoconferência ou por qualquer outro meio permitido pela regulamentação e/ou legislação em vigor aplicável.

Remuneração do administrador

Política de remuneração definida em regulamento
Política de remuneração definida em regulamento: Pela prestação dos serviços de administração do Fundo, que incluem as atividades de controle e processamento dos ativos financeiros, a distribuição de cotas e a escrituração da emissão e resgate de Cotas, bem como os serviços de custódia, o Fundo pagará à Administradora o montante equivalente ao percentual de 0,24% (vinte e quatro centésimos por cento) ao ano, calculada sobre o valor do Patrimônio Líquido do Fundo. A taxa de administração será paga pelo fundo, mensalmente, por períodos vencidos, até o 5º (quinto) dia útil do mês subsequente ao vencimento.
Valor pago no ano de referência (R$)
R$ 136.867,58
% sobre o patrimônio contábil
13,7029%
% sobre o patrimônio a valor de mercado
13,7029%

Governança

Diretor responsável pelo FII

Nome
Clauda Siola Cianfarani
Idade
50 anos
CPF
119.745.868-98
E-mail
csiola@planner.com.br
Profissão
Psicologa
Formação acadêmica
UMESP Universidade Metodista de São Paulo
Data de início na função
01/04/2021
Quantidade de cotas detidas do FII
0
Quantidade de cotas do FII compradas no período
0
Quantidade de cotas do FII vendidas no período
0

Principais experiências profissionais durante os últimos 5 anos (2)

Nome da empresa
CONGLOMERADO PLANNER
Período
De 08/1997 até atual
Cargo e funções inerentes ao cargo
1997-2006 – Gerente de Back Office e Qualidade
Atividade principal da empresa na qual tais experiências ocorreram
Manutenção do sistema de gestão da qualidade, fornecendo informações à Diretoria de Controles Internos e demais áreas, contribuindo com o objetivo global institucional; Processamento de Clubes e Fundos; Liquidação Financeira (Tesouraria); Acompanhamento de auditorias externas dos órgãos certificadores – Anbima; Coordenar as atividades de acordo com o Código de Regulamentação Anbima vigente; Preparar e elaborar em conjunto com os colaboradores das áreas, os procedimentos, indicadores, pesquisa de satisfação e demais ferramentas que facilitem a execução das atividades das áreas.
Nome da empresa
CONGLOMERADO PLANNER
Período
De 08/2006 até atual
Cargo e funções inerentes ao cargo
2006-até atual – Diretora Estatutária – Conglomerado
Atividade principal da empresa na qual tais experiências ocorreram
• Gestão de Controles Internos na aplicação de normas de Controles Internos • Gestão de Riscos • Prevenção e mitigação dos riscos de prevenção à lavagem de dinheiro, implementação, cumprimento de regras, políticas e procedimentos internos. • Gestão de Controles Internos na aplicação de normas de Controles Internos • Gestão de Riscos • Prevenção e mitigação dos riscos de prevenção à lavagem de dinheiro, implementação, cumprimento de regras, políticas e procedimentos internos. Realiza processo contínuo de Qualidade e Controles Internos e condução de Canal de Denúncias. • Monitora em sistema integrado (GR Trade) operações de clientes que possam apresentar risco de crédito/ mercado, indicando a necessidade de redução de exposição/ depósito de garantias visando a redução do risco intraday, por meio de ferramentas de stress (teste) e avaliar quanto a adequabilidade da capacidade financeira e limites operacionais; • Conduzir a análise das causas, elaborar e implementar planos de ações corretivas e preventivas relativas às observações realizadas por órgãos reguladores e de certificações. • Gestão dos Riscos alinhada com o planejamento estratégico da Corretora • Especificação de parâmetros e controles para PLD, como análises que permitem a comunicação ao COAF. • Responsável pelo desenvolvimento da mesa fiduciária, administração de fundo de investimentos imobiliários e escrituração. Implementação de Sistema Gerencial.

Distribuição de cotistas, segundo o percentual de cotas adquirido

Acima de 20% até 30%

Nº de cotistas
1
Nº de cotas detidas
723,2259406
% das cotas emitidas
23,1593%
% detido por pessoas físicas
0%
% detido por pessoas jurídicas
100%
Nº de cotistas
1
Nº de cotas detidas
723,2259406
% das cotas emitidas
23,1593%
% detido por pessoas físicas
0%
% detido por pessoas jurídicas
100%

Acima de 50%

Nº de cotistas
1
Nº de cotas detidas
2.399,60479784
% das cotas emitidas
76,8407%
% detido por pessoas físicas
0%
% detido por pessoas jurídicas
100%
Nº de cotistas
1
Nº de cotas detidas
2.399,60479784
% das cotas emitidas
76,8407%
% detido por pessoas físicas
0%
% detido por pessoas jurídicas
100%