JFLR11 é o código de negociação de FII JFLR na B3, um FII listado na bolsa de valores do Brasil. Gestora: LETO ASSET MANAGEMENT LTDA. Esta página contém análise completa de JFLR11 incluindo cotação, dividendos, patrimônio líquido, gestora e eventos corporativos.

JFLR11

JFLR11

JFL REAL ESTATE FII

N/D

Indicadores

Ref: 01/07/2026

DY 12m

0,00%

DY Mensal

0,00%

Retorno 1m

-0,10%

VP/Cota

R$ 994,39

PL

R$ 155,4 mi

Cotistas

1

Taxa Adm.

0,20%

Taxa Gestão

0,80%

Análise do Fundo

Política de Investimento

FII de classe única, regime fechado, com prazo de duração indeterminado, classificado como Multiestratégia e Multicategoria (ANBIMA). Aplica seus recursos preponderantemente em Ativos Imobiliários, podendo investir até 100% do Patrimônio Líquido em um único Ativo Imobiliário, sem regras de diversificação. Pode também investir em Ativos Financeiros Imobiliários (CRIs, cotas de FII/FIP/FIA, letras hipotecárias, LCI, LIG, CEPACs, debêntures etc.) e em Ativos de Renda Fixa (títulos públicos federais e fundos referenciados). Vedada aplicação no exterior. Derivativos apenas para hedge, com exposição limitada ao Patrimônio Líquido e mediante aprovação em Assembleia. Exclui imóveis residenciais prontos e acabados (long stay/short stay).

Diferenciais

Estrutura simplificada com classe única e série única; oferta privada destinada exclusivamente a investidores profissionais; permite integralização em moeda, bens ou direitos; gestão ativa e discricionária pela JGP Gestão de Crédito; administração, custódia, controladoria e escrituração concentradas na Vórtx; taxa de administração com mínimo mensal de R$ 22.000 e taxa de gestão com mínimo mensal de R$ 10.000, ambas atualizadas pelo IPCA; possibilidade de amortização a qualquer tempo por deliberação dos Prestadores de Serviços Essenciais; reserva de contingência de até 5% dos lucros.

Riscos

Riscos principais: exposição à venda de imóveis e liquidez do mercado imobiliário; adversidades econômicas nas regiões dos imóveis; lançamento de empreendimentos concorrentes; riscos específicos de CEPACs (limitação de dados históricos, liquidez restrita e limites de utilização); depreciação/obsolescência dos imóveis; baixa liquidez das cotas de FII no mercado secundário; rentabilidade variável dependente do resultado do Fundo; concentração em um único Cotista; diluição em emissões subsequentes; ausência de garantia do Administrador/Gestor/FGC; riscos tributários (isenção condicionada à distribuição mínima de 95% e limite de 25% por cotista ligado a construtor/incorporador); risco jurídico pela pouca maturidade do mercado; contingências ambientais; concentração da Carteira; risco de crédito das contrapartes; amortização extraordinária após aquisição dos ativos; risco institucional e macroeconômico.

Rendimentos (12m)

Últimos Eventos Corporativos

Nas mãos de fundosQuem carrega JFLR11 na carteira?

Fontes: B3 • CVM